Karma police

Tô aqui no trabalho, e deveria estar escrevendo sobre uma coisa que não tem nada a ver com o que eu tô falando agora, mas enfim.

Eu não sou uma pessoa religiosa.

Fui batizada, cresci dentro de um colégio de freiras, fiz primeira comunhão, fui expulsa da crisma [pq cheguei atrasada algumas vezes], e sei lá, me considerava católica, pelo simples fato de que essa religião me foi imposta. Eu não escolhi, meus pais foi que escolheram por mim, e nunca havia pensado nisso até começar a parar pra pensar na vida.

Falo isso pq hoje me considero agnóstica [ou ateia sem cojones, como li um dia desses hahaha] e sim, tem umas paradas que acredito de verdade, tipo karma e energia. O que faz o anzol é a volta. O mundo gira. Tudo o que vai volta.

Mas, voltando ao “pensar na vida”. Acho que sempre fui meio radical nas coisas que eu considerava certas. Era muito preto no branco. Nada era cinza, sabe? Aí a gente cresce, amadurece, e vê que opa, as coisas não são bem assim.

E, pra muitos maioria dos meus amigos, eu sou radical, politicamente correta demais, me acho a dona da verdade. Sério, já me falaram isso, na lata [inclusive minha mãe - TAURINA - me acha teimosa - mas olha quem fala né?] hahaha Se eu fosse mais mimizenta, eu até me ofenderia, mas acho que sinceridade [sagitariana, bjs!] não faz mal a ninguém.

Aí, por causa dessa mesma mania de falar umas verdades não solicitadas, acabo entrando em conflito com os outros. Mas para evitar a minha própria fadiga, eu engulo os sapos, pq né, pra quê me estressar com pouca merda [tipo hoje, mas deixa pra lá]? Mesmo assim, tem horas que eu não me seguro, e acabo falando. Pq, sabe, uma coisa que eu não consigo entender é gente inteligente, bem de vida, estudada, que viaja, bilíngue haha e que é preconceituosa, ignorante e de mente fechada.

Tem coisas que eu acho que, na minha concepção, continuam sendo certas, até por serem senso comum [mas sim, por incrível que pareça  tem gente que não acha]: não maltratar animais [pfv indefesos], não falar mal de bebês e crianças [todas são lindas, até as com cara de joelho], não jogar lixo pela janela do carro [depois alaga tudo e ficam reclamando], atravessar na passarela e/ou faixa de pedestres, dar preferência para os idosos, mulher que usa roupa curta não é tudo vagabunda, a culpa é sempre do estuprador, etc. Até tento argumentar, mostrar o outro lado da moeda, fazer do mundo um lugar melhor hahaha mas tentar conversar com gente que já vem com mil pedras na mão e empacada e presa no próprio mundo e que só sabe olhar pro próprio umbigo é cansativo de-mais.

Outra coisa importante, e que tento levar comigo, é pensar antes de abrir a boca. Sabe, não custa nada. Me irrita profundamente gente que liga o foda-se pra tudo, que – ao contrário de sinceridade – sai falando merda sem antes refletir sobre o chorume que tá saindo da própria boca. Aí acaba atraindo energia ruim, não sabe o porquê de tanta merda acontecendo consigo mesmo, mas aí meu amigo e minha amiga, deixo apenas um recado pra vc:

 

ps: Este é um post de auto-reflexão, glr. Não tô falando de ninguém a não ser de mim mesma. [Vou clicar em "Publish", mas tenho ctz que vai me dar dor de cabeça, tsc].

Testando – limpeza do rosto

Meu amigo e minha amiga dona de casa que lê este blog, primeiramente gostaria de lhe parabenizar por ter paciência e coragem de, todo santo dia, limpar sua feice com 53 mil produtos, tirar cada partícula de maquiagem, remover milimetricamente todo o rímel dos cílios e etc e tal. Vc realmente merece minha congratulações pq, por mais que um ser humano passe massa corrida o mínimo de maquiagem na cara, tem dias que de noite é triste.

Eu não nego que, sim, já dormi de maquiagem pq a preguiça, o sono – e pq negar, os bons drink tb – foram mais fortes que eu, e que já acordei pior que um panda ou com glitter até dentro da orelha. Entretanto, tento me policiar e procuro tirar a maquiagem assim que chego em casa não pelo motivo mais nobre, que é o de cuidar da pele, mas, principalmente pq minha mãe fica muito chatiada de ter que lavar fronha manchada de batom, rímel e afins.

Daí que, quando tô disposta e/ou fiz um smokey eye preto, ahazo na limpeza fácil com este demaquilante da La-Roche Posay. É aquele ritual básico de sempre: pega um algodãozinho, pinga um pouco em cima, espalha e passa com delicadeza no rosto. A maravilha desse demaquilante é que não precisa lavar o rosto depois, não fica melequento nem nada. É tirar e makeup e PÁ! desabar na cama. Porém, como nada nesta vida está fácil para ninguém, o meu tá acabando e descobri que a única farmácia que eu sei que vende essa lindeza aqui em Manaus tirou todos os produtos da La-Roche da promoção. Ou sejE, oq antes eu pagava umas 60 dilmas, hoje está saindo por quase 90 realidades.

Todavia, como para tudo nesta vida se tem um jeito, tento descobrir alternativas para essa situação, portanto quem me segue no instagram viu que eu postei três produtos que comprei essa semana pra testar.

As três belezuras acima são o xampu Johnson’s Baby Hora do Sono, os lenços demaquilantes da L’Oréal Paris e o esfoliante anticravos da Clean&Clear.

Bom, pra começar, eu já usava três outros produtos similares, apenas os substitui pq queria saber como esses novos iriam reagir na minha pele. Antes, usava o xampu Johnson’s Baby amarelinho, além dos lenços demaquilantes e o esfoliante da Nivea. Parei na farmácia justamente para comprar os três e, a exceção do xampu que não tinha mesmo, resolvi ter emoção na minha vida e trocar o certo pelo duvidoso.

Um adendo: não vou postar foto de produto pq eu não curto, principalmente pq sempre me lembra jizz [google it & cannot be unseen, foi mal].

Enfim, o primeiro que usei foi o lenço e achei bacana. O cheiro é bom, mas não curti a ~sensação~ que fica depois que a gente passa, sabe? A pele fica meio grudenta, então eu preferi lavar o rosto depois de usar o lencinho. Mas o mesmo acontecia também com o da Nivea. Compraria de novo, até pq o da Nivea tá quase R$ 30 aqui, enquanto que o da L’Oréal achei por R$ 16 e uns quebradinhos. Aliás, esses lenços são para aqueles dias de preguiça suprema MESMO. MELL APPROVES!

Hoje, no banho, usei o esfoliante. Uso nesse momento pq, como tomo banho de água morna – sim, nesse calor amazônico, o primeiro banho do dia tem que ser morninho plmdds gente – aí dá uma abertura nos poros firmeza. Claro, passo no rosto com cuidado, né. Achei as bolinhas que vem nele meio grandes pro rosto, mas sei lá, deve ser pq eu estava acostumada com a areinha de praia que é o da Nivea. Mas olha, curti muito esse viu. Falaram no instagram sobre o cheiro, e esse é daqueles que não fede, nem cheira mesmo. É suportável, porém se vc quer produto sem cheiro algum, vá comprar na Clinique, beyjos. Aprovei esse também, pelo menos até agora.

Hoje a noite, pra tirar a makeup que usei durante o dia, usei o xampu Johnson’s Baby Hora do Sono. Na verdade, foi a primeira vez que vi esse por aqui e achei o máximo. Não sei se é pq sou altamente sugestionável, mas tô até com sono ahaha Então, xampu de bebê eu uso pra tirar maquiagem mesmo. Por incrível que pareça muita gente não sabe dessa dicona. O amarelinho uso até pra lavar meus pinceis. Esse tem cheirinho de bebê mesmo, deixa a pele bem macia e não senti que ressecou. Curti muito tb pq tirou até o rímel, mas também não uso nenhuma máscara de cílios à prova d’água.

Ah, minha pele é mista. Rola uma oleosidade desnecessária dos lados do nariz e um tiquinho no centro da testa, mas o nariz resseca e nos lados da boca também.

Tenho outros produtos pra testar e fazer review, mas como não sei se alguém ainda lê este blog, pfv se manifestem se quiserem ler sobre um curvex que esquenta, uma escovinha de limpeza facil e a solução higienizadora de pincéis da 2beauty.

Top 5 – Shows que gostaria de assistir um dia, quem sabe

Tava refletindo esses dias… Desde que comecei a viajar para assistir shows, foram poucos os que eu consigo encaixar na categoria OMGPRECISOVERANTESDEMORRER.

Em março fui, pela segunda vez, ao Lollapalooza. Eu e uns amigos – que foram um dia ou outro – vimos shows incríveis e tudo mais, mas a maioria das bandas que vi lá, vi pela segunda vez. Kaiser Chiefs, The Hives, The Killers, e até Pearl Jam eu já tinha visto. Na real, eu queria mesmo era só ter visto Queen of the Stone Age – e vi, claro. Foi lindo, foi mágico, foi incrível – tirando a parte que tocou “Make it Wit Chu” e eu tava na fila [quilométrica] do banheiro – damn you, bexiga do tamanho de uma ervilha!

Mas, recapitulando, consegui assistir alguns shows bacanas, tipo Amy Winehouse antes da louca bater as botas, vi até Britney Spears – en passant, diga-se -, Rolling Stones e U2, que nem curto.

Aí que, como ninguém lê isso aqui mesmo e eu preciso de um lugar pra anotar alguns dos shows que eu ainda preciso ver, resolvi resgatar o Top 5 que eu fazia aqui nesse blog, a long long loooong time ago. A lista da vez é sobre os shows que eu preciso ver antes que minha saúde e paciência para multidões acabem de vez. A ordem é meio aleatória, vou colocar as que vou lembrando na hora.

1. Incubus

Gente, Incubus foi, durante muitos e muitos anos, minha banda favorita. Tipo, daquela que você escuta uma música e que a letra reflete tudo aquilo que você está passando no momento. Nuuuunca sofri cantando “Just a phase” ou “Drive”, nuuunca tive a auto-estima levantada com “Make Yourself” e nem vou casar ao som de “Echo”. Nunca. Jamais.
Fora que o Brandon é a coisa mais linda do planeta mundial universal <3

2. Stereophonics

Eu não lembro bem de onde surgiu minha obsessão com a voz rouca do Kelly Jones, mas sei lá, essa força que ele faz me dá *uma coisa* que eu não sei nem explicar direito o que é. Só sei que é assim. “Rainbows and pots of gold” me acompanhou em momentos tensos da vida </3
Queria ver um show deles com alguém que curta a banda no mesmo nível que eu, porém é difícil achar um amigo que conheça pelo menos outra música além de “Maybe Tomorrow” né.

[agora vou abrir meu Last.fm pq a gatinha aqui tá sequelada e não lembra mais nenhuma outra banda além dessas duas, apesar d'eu ter certeza que tem muito mais shows que eu queira assistir. Ok, acabei de lembrar de uma]

3. Radiohead

Eu curto música que tenha uma  ~vibe~ deprê. E acho que não tem nada mais depressivo que Radiohead. “A wolf at the door” é o ápice da tristeza pra mim, e já passei por muita fossa ouvindo o Thom cantar no repeat o álbum “In Rainbows” inteirinho. Perdi a oportunidade de assistir quando tava no Japão, e nunca me perdoarei por isso.

4. Depeche Mode

Sei lá, o Dave Gahan tem um ~sex appeal~ que socorro, viu. É cacura, mas dá um caldo. A voz dele é UMA COISA, e ao vivo deve ser mais incrível ainda. Mano, olha só o clipe, SOS.

5. Ben Harper

Esse babysauro já veio até aqui pra Manaus, mas eu não estava morando aqui na época. O som do Ben é sofrido também, e eu amo a voz mansa dele. Esse eu conheço todo o repertório, tenho todos os discos no iTunes e não sei nem o que faria se um dia esse boy aparecesse na minha frente.

Menção honrosa

Queria muuuito ver John Mayer cantando, iria pirar num show do Massive Attack, iria ficar em shock num show da Fiona Apple, queria pular muito com Nine Inch Nails, e não tenho a menor vergonha de admitir que gostaria de assistir Backstreet Boys  ~ao vivo~. Até N’Sync eu já vi, o que é que custa ver a banda que me causou até uma advertência nos tempos do colégio, não? :D

Turbilhão – The Party!

Quem reclama que Manaus não tem festa babado, pode parar de mimimi neste exato momento, pq vai rolar a “Turbilhão – The Party”, neste sábado, 18, a partir das 23h, no República Real.

Além de bons drink e gente bacana, quem vai agitar o público é o duo curitibano Hands Up, formado pelos magya Ber Bush e Gutto Serta. Olhem a foto abaixo e me digam se estou mentido:

Eles vão dividir as picapes com Graciano Rebelo, <3 Pedro Gaioto <3 e Sandro Souza. Os ingressos já estão à venda na loja Bunita (Manauara Shopping e Dom Pedro) e Brigadore (Vieiralves).

Acho que vai ser baaaabado!

PS: CALMA GLR Q NÃO VAI TOCAR BOI.

 

SERVIÇO Turbilhão – The Party
QUANDO: Sábado, 18 de maio, às 23h
ONDE: República Real (av. Djalma Batista, Chapada)
QUANTO: R$ 60 (homem/pista), R$ 40 (mulher/pista), R$ 80 (homem/área VIP) e R$ 60 (mulher/área VIP), à venda nas lojas Bunita (Manauara Shopping e Dom Pedro) e Brigadore (Vieiralves).
Camarotes por meio dos números: 9971-5431 ou 8440-6295

Before Midnight

1995

Românticos inveterados por toda a galáxia deram um gritinho de felicidade ao saber que ia rolar mais um filme depois de “Before Sunrise” e “Before Sunset“.

Em “Before Midnight” (aqui, Antes da Meia-noite), a terceira e final parte da história do casal mais ~complicado~ do mundo, Celine (Julie Delpy) e Jesse (Ethan Hawke) estão casados, com duas filhas e de férias na Grécia.

2004

Achei, sem querer – pq nem lembrava que esse filme ia rolar esse ano ainda – uma review da Nylon que me deu mais vontade ainda de assistir. Segue, traduzido toscamente.

Havia apenas duas palavras nos lábios da multidão que aguardava em fila, do lado de fora do Tribeca Film Festival, na segunda-feira à noite: Before Midnight. A parte final da trilogia de Richard Linklater, estrelando por aparentemente eternos jovens Ethan Hawke e Julie Delpy, o filme mostra o que acontece após com o romance de conto de fadas após os dois primeiros filmes. Uma dica: não é sempre perfeito.

Os personagens principais, Celine e Jesse, estão em um compromisso sério e têm duas filhas pequenas. A família está passando o verão na Grécia com o filho de Jesse e, no decorrer de um dia, você assiste o que o casal faz de melhor: muita conversa. Mantendo contato com os dois filmes anteriores, Before Midgnight foca nos intermináveis diálogos – e brigas – sobre o que significa estar apaixonado e todos os compromissos que vêm com isso.

Não é exatamente um filme felizinho, apesar da trilha sonora enérgica mostrada no trailer e das cenas de vida boa na Grécia. Mas, ainda bem, que os personagens de Celine  e Jesse são essencialmente os mesmos dos outros dois filmes (o inteligência meio neurótica dela compensada pelo jeito descontraído dele). Apesar de ter sido mantido o humor e os momentos de risadas (e há muitos deles), eles foram compensados pelos constantes debates entre o casal e a luta entre eles para coexistir.
Há, definitivamente, graça no filme; sem o véu do romantismo, o longa mostra o bom – e o ruim – de estar apaixonado. Ele te puxa para dentro, fazendo com que você nem sinta que o tempo passou, portanto você fica surpreso quando a mais perfeita cena final desaparece na tela. Você fica com a impressão de que as coisas mais importantes valem o esforço.

2013

O filme estreou no dia 20 de janeiro, durante o Sundance Film Festival. As outras críticas que dei uma olhada têm sido positivas e eu só queria saber quando chega aqui pra eu poder assistir ;~
Nos EUA parece que estreia no circuito dia 24 de maio. ESPEREMOS pra que venha ASAP né?