Nikki Reed na Zooey Magazine

A primeira vez que vi a atriz Nikki Reed foi justamente no filme que ela mais se arrepende de ter feito: o “Thirteen“, que foi estrelado pela Evan Rachel Wood, e que a atriz e autora declarou ser “semi-biográfico”. O filme conta a história de uma menininha de 13 anos, que era fofa e meiga e, de repente, fica revoltadíssima e chatiada com o mundo, e resolve beber, se drogar e fazer coisinhas que deveriam ser impróprias para menininhas tão novas como ela.

Daí, na real, eu nunca mais me interessei pela atriz, não me chamou muito a atenção, então eu nem fui atrás de mais nada que ela fez. Até que tive que ver um dos filmes Crepúsculo (ossos do ofício), e ela estava lá – linda, magra e dando uns cato no gostoso do Kellan Lutz.

Mas enfim, nem era de filme que eu queria falar, era de uma revista fofa que descobri um dia desses. A Zooey é bimestral, e é toda girlie e traz meninas fofas na capa. A de novembro/dezembro foi a Nikki, com um editorial bem lindo.

Na entrevista, a Nikki fala que super se arrepende de ter dito que “Thirteen” era um filme baseado na família dela. “Escrevi esse filme sobre eles, sobre suas falhas e imperfeições, e como foi crescer. Foi tudo da perspectiva de uma criança, que não era ‘bem ajustada’. Aí você envelhece e pensa ‘como ousei retratar meu pai como um idiota vagabundo?’ Quando tinha aquela idade, às vezes via meu pai daquela forma, mas agora que estou mais velha eu penso como puder fazer isso, e dar todas aquelas entrevistas sem me dar conta do quão ruim foi dizer aquelas coisas.”

Depois dos ~anos rebeldes, ela quietou o facho e hoje ela é casada com um mano que foi finalista do American Idol [ou algum show do gênero].

As fotos foram feitas em Los Angeles por Derek Wood, com styling de Kristina Van Dyk.

Tem umas fotos do making of e um videozinho também.

A Zooey Magazine tem um ar vintage e fala sobre – claro! – moda, beleza, tem entrevistas e muita fotografia. É bem bacana pq sempre traz mulheres jovens e bem sucedidas. Vou acompanhar sempre :)

Outras capas da revista que achei fofas!

Les Misérables na Vogue

Semana passada tava fazendo minha ronda pelo site das revistas internacionais que amo e dei de cara com esse ensaio de ‘Les Misérables’ pra Vogue. As fotos, feitas pela Annie Leibovitz [ídolA!], trazem o elenco do filme musical que vai estrear ano que vem.

‘Les Misérables’ foi escrito em 1862, por Victor Hugo, e é considerado um dos melhores livros do século 19. Eu nunca li, confesso, mas já devo ter assistido uma meia dúzia de adaptações – porque sim, a obra é tão famosa que, obviamente, já ganhou dezenas e dezenas de adaptações para o cinema, teatro e televisão.


No musical dirigido por Tom Hooper [de 'O discurso do rei', 2009], Amanda Seyfried e Eddie Redmayne serão os jovens apaixonados Cosette e Marius. As fotos foram feitas no Pinewood Studios, em Londres.


Como não querer assistir um filme com Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen fazendo um par de exploradores, os malvados Madame e Monsieur Thénardier, que escravizam Cosette depois de Fantine, a mãe da menina, e tiram vantagem de outras pessoas em qualquer oportunidade?


A história de ‘Les Misérables’ conta a trajetória de Jean Valjean, um condenado a prisão por ter roubado pão para alimentar a família. O heroi será interpretato por Hugh Jackman. Valjean resgata a menina Cosette [Isabelle Allen] da vida de escravidão, e a adota como filha.

Como a adaptação é um musical, os atores foram escolhidos por conseguirem tirar 100 no videokê do Buracão terem algum envolvimento com música. Li no IMDB que a trilha sonora foi gravada ao vivo, tipo, todos os atores cantaram a música na hora que interpretavam, com um ponto eletrônico para ouvir o piano. O diretor achou que ficaria mais natural que deixá-los dublando a própria voz [o famoso playback].
A pobre da Anne Hathaway emagreceu não sei quantos quilos para interpretar a prostituta Fantine. Teve gente desconfiando até que ela estava desenvolvendo um transtorno alimentar.

 

 

No filme, Anne Hathaway é Fantine, Amanda Seyfried como Cosette, Hugh Jackman interpreta Jean Valjean, Russell Crowe aparece como Javert, Helena Bonham Carter como Madame Thénardier e Sacha Baron Cohen é Monnsieur Thénardier.

A estreia está prevista para 29 de março de 2013.

Hugh Jackman de Jean Valjean

Amanda Seyfried de Cosette

Eddie Redmayne é Marius

Eu nem curto muito musical, na verdade, mas estou ansiosa pra ver ‘Les Mis’.

 

fonte: Vogue US

Photoshoots que amei

Algumas revistas que vi/li por esses tempos e que me chamaram a atenção por uma coisa ou outra. Os três ensaios têm estilos completamente diferentes, mas nem por isso um é melhor que o outro: ameeeei os três!

GQ

A primeira é o recheio da GQ: Emily VanCamp, simplesmente pq eu sou obcecada por Revenge.

Nesse photoshoot ela super paga de gostosona, mas até normal, visto que o público alvo da revista são os boys. Tem uma entrevistinha fofa com ela no site da revista. As fotos são do Kenneth Cappello.

 

Asos

Outra capa que morri de amores foi a revista da Asos, com a Lena Dunham. Apesar de relutar no início, assisti Girls e ameeeei! Já assisti o filme que ela dirigiu e meique virei fã.

A Lena é esquisitinha, e não tem quase nada do padrão de beleza do mundo em que ela vive agora. Sigo no Twitter e ela me parecer ser muito meio sequelada, mas é divertida. Me identifico até com o estilo dela, meio vovó hahahaTambém tem materinha fofys no site da Asos. Fotos da Danielle Levitt.

 

V Magazine

Last, but not least, a capa e recheio da V Magazine: Nicole Kidman. A lazarenta parece que é de cera congelou no tempo e continua linda.

Ameeeei simplesmente tudo nesse photoshoot. Cabelo, maquiagem, styling, bleeerghhh tudo mesmo! Dá pra ver a Nic [com direito a entrevista e mais fotos pagando peitinho] no site da V Magazine. Fotos do maravilhoso Mario Testino.

DVF [through Glass]

Desde que o tal do Google Glass foi lançado, muita gente especulou pra que ele serviria, qual seria a finalidade de um troço desses, que era só um protótipo inútil e blablabla. Mas daí que esses nerds não deitam para os haters e continuaram a trabalhar no Glass.

Sergey Brin, co-fundador do Google, e a designer Diane von Furstenberg

Para quem ainda não entendeu o conceito, o Glass dá ao “telespectador” uma visão única de realidade aumentada. A câmera fica bem na altura dos olhos de quem está usando, portanto toda a perspectiva vem, literalmente, do olhar de quem está com o gadget no rosto.

Então que o Glass apareceu na passarela do New York Fashion Week no começo do mês, durante o desfile de Primavera 2013, da Diane von Furstenberg.

Modelos, fotógrafos, produtores, maquiadores e até a própria Diane usaram o Glass. No filme acima dá para ver tudo o que eles viram, na perspectiva deles. As cores do gadget foram coordenadas com o que a DVF apresentou na passarela: cores vibrantes.

luuuuz na passarela!

O óculos tem conexão wifi, faz fotos e grava vídeos. Na demonstração no começo do ano, a glr do Google usou esportistas para dar um preview do que é o Glass, mas ver como o Glass funciona em outros ambientes é incrível.

Desenvolvedores pagaram a bagatela de US$ 1.500 e vão receber os seus no começo de 2013, já nós, mortais, só poderemos ter acesso ao brinquedinho em 2014.

Aguardemos.

Jewels in the City

A paisagem urbana fica mais cool quando adicionamos jóias a ela.

Duvida?

Então olha o que a designer belga Liesbet Bussche fez com objetos de rua:

Liesbet cria jóias para o mobiliário urbano. Bolas de concreto se transformam em brincos de pérola, correntes ganham pingentes e viram pulseiras e colares – tudo isso em uma escala bem maior, claro.

A maioria das obras foi colocada em Amsterdã.

Um colarzão de pérolas formado pela luminária. De noite ele até acende!

Essas peças a seguir foram colocadas em correntes em Cagnes-sur-Mer, na França. Intituladas “Urban Jewellery: Suzy’s charms”, as obras são parte de uma exposição chamada “Mirror Mirror”, e refletem a vida de Suzy Solidor. Dona de boate, cantora, modelo, escritora e atriz, Suzy Solidor foi uma figura icônica e celebrada na cena noturna de Paris, durante os anos 1930 e 1940, e faleceu em 1983, na cidade que recebeu as obras.

A coleção de pingentes expressa o estilo de vida extravagante de Solidor, e cada um tem um significado.

Eu amo esse tipo de arte que interfere com paisagens corriqueiras. Artistas e obras assim nos fazem perceber paisagens cotidianas de uma forma completamente diferente, né?

Via Mário Pugliesi